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             ATELIER    NALIMO   +5521998966541
            EMAIL:  comunicacaonalimo@gmail.com

HISTÓRIA

NALIMO foi fundada há 5 anos por Dayana Molina,  criativa indígena em ativismo na moda há 14 anos. Sua moda política, é genuinamente forte, nada caricata e quebra estereótipos. O trabalho autoral da estilista tem a colaboração de um time de mulheres talentosas; feito 100% por mulheres em todas etapas de produção. Potencializando a diversidades e priorizando a igualdade de raça e gênero. NALIMO nasce com propósitos enraizados em seu coração: ambientalmente responsável e comprometida com a a sustentabilidade. Suas peças permeiam o estilo minimalista, confortável e com fortes códigos ancestrais.

Seu time  composto 80%  mulheres indígenas de diferentes povos, 10%  mães solos, 5% mulheres lgbtqi+, 4% mulheres negras e 1% mulheres trans.  Mãos que tecem um futuro mais bonito, igualitário e sustentável. Combatendo assim, a desigualdade de gênero e raça que assola tão fortemente a vida das mulheres. Em toda  estruturas da marca,  estamos pensando, criando e dirigindo os processos. Acreditamos que mover-se é essencialmente importante. Há uma urgência que o mundo possa se transformar com a nossa existência. 

 

Fã de suas avós e  mulheres fortes que compões suas raízes ancestrais; é ascendente de dois povos; nordestina (fulni-ô) e andina (aymara). A força das matriarcas, a espiritualidade e sabedoria dos povos nativos, são fonte de inspiração contínua no ativismo e posicionamento da estilista. Dayana Molina é militante social e feminista. Ela acredita que só a luta muda a vida. E essa luta só pode ser transformadora, se for real e coletiva. 

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NO BACKSTAGE

Fundada por Dayana Molina, artivista e estilista indígena expoente. Atua na luta por representatividade e produção de conteúdos. Molina tem colaborado com narrativas descolonias na moda no Brasil e Abya Yala.
 

Atua há 14 anos na moda, levantando discussões emergentes na indústria. Criou a tag #descolonizeamoda e, através dessa iniciativa, propõe maior reflexão, visibilidade e protagonismo de criativos indígenas na moda.

Cansada das referências eurocêntricas, em um continente originalmente indígena, questiona o mercado de moda (predominantemente embranquecido e elitizado) e inspira novas perspectivas.

 

Fundou em janeiro de 2021, a primeira escola de design decolonial, Aldeia Criativa Design do Futuro. Capacitando profissionalmente e conectando novos talentos indígenas com o mercado de moda. A Aldeia Criativa, é uma parceria da estilista com o Coletivo Indígenas Moda Br, onde juntos visam capacitar 100 jovens de diferentes territórios do Brasil e América Latina, por ano.  
 

Usa a moda como ferramenta de luta e inclusão social, dando voz e espaço à outras mulheres que, assim como ela, cresceram sem referências artísticas e representatividade.